A Mão Negra nasce das histórias que permanecem. Dos tecidos que atravessam o tempo, das mãos que criam, das memórias que insistem em florescer. Entre linhas, bordados e fragmentos de matéria, transformo vestígios em presença, costurando afetos, ancestralidades e futuros possíveis. Cada peça carrega o ritmo lento do fazer manual e o desejo de habitar o mundo com mais consciência, beleza e significado. Aqui, criar é um ato de escuta, de cuidado e de reinvenção.Ou uma versão ainda mais sensível e artística: Há memórias que vivem na trama dos tecidos. Histórias que repousam nas dobras do tempo à espera de um novo encontro. A Mão Negra nasce desse gesto de escavar afetos, reunir fragmentos e transformá-los em arte. Entre bordados, roupas e objetos, cada criação é uma travessia entre passado e futuro, ancestralidade e invenção. Um convite para desacelerar o olhar, celebrar o feito à mão e reconhecer a beleza das marcas que a vida deixa em nós.
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